Vivemos cercados por muitos tipos de fome: fome de paz, de amor, de sentido, de perdão, de esperança e de um futuro melhor. Muitas vezes buscamos saciá-las nas conquistas, nos bens materiais ou no reconhecimento dos outros. Contudo, essas satisfações são passageiras e logo o coração volta a sentir-se vazio.
Jesus se apresenta como o Pão vivo descido do céu, aquele que alimenta não apenas o corpo, mas, sobretudo, a alma. Quem se aproxima d’Ele com fé encontra força para enfrentar as dificuldades, consolo nas horas de sofrimento, coragem diante das incertezas e esperança que não decepciona.
Alimentar-se de Cristo é acolher sua Palavra, participar da Eucaristia e permitir que sua presença transforme nossa maneira de viver. O pão que Ele oferece nos torna mais fraternos, mais misericordiosos e mais disponíveis para servir.
Aproveitemos este fim de semana e renovemos nossa confiança no Senhor. Que Ele sacie a fome mais profunda do nosso coração e nos faça testemunhas do seu amor no mundo.
Quem se alimenta de Cristo encontra forças para perseverar nas dificuldades, aprende a repartir o pão com os que têm fome e descobre que a verdadeira vida cristã consiste em amar e servir.
Neste domingo, perguntemo-nos: de que alimento tenho vivido? Tenho buscado apenas aquilo que satisfaz por um instante ou tenho permitido que Cristo sacie a fome mais profunda da minha alma?
Somente Cristo pode preencher, plenamente, o vazio que nenhuma realidade humana é capaz de ocupar.
Que o Senhor nos conceda a graça de buscá-Lo todos os dias e de encontrar n’Ele o alimento que conduz à plenitude da vida eterna. Amém.
Salvador-BA, 1º de agosto de 2026
José Joaquim de Oliveira
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