Em Jesus Cristo, contemplamos a esperança viva de que a morte não encerra a história do amor, da paz ou da vida. Suas palavras e gestos revelam que, além do que nossos olhos podem ver, há um propósito maior e eterno, algo que ultrapassa o efêmero e transborda para a eternidade. A ressurreição, o símbolo máximo da vitória sobre a morte, nos mostra que o amor não sucumbe ao fim. Pelo contrário, ele se renova, ganhando uma dimensão ainda mais profunda.
A paz que Jesus nos oferece não é passageira, nem se limita a momentos de trégua. É uma paz que desafia o entendimento, sustentando-nos em meio aos conflitos e dores da vida. É um convite a não nos deixarmos aprisionar pelo medo do término, mas sim a vivermos com a certeza de que, ao final de cada jornada, o amor e a paz nos aguardam, completos e plenos, em Cristo.
Assim, Ele nos ensina que, apesar das aparências, a morte não é a palavra final. No amor de Cristo, na sua ressurreição, encontramos a promessa de uma vida que perdura, de um amor que não morre, de uma paz que não se apaga.
Salvador-BA, 02 de novembro de 2024.
José Joaquim de Oliveira
Cristo, Esperança Nossa
José Joaquim de Oliveira
Engenheiro elétrico aposentado, com carreira em telecomunicações no Brasil e exterior. Escreve sobre memória, fé e vida cotidiana. Saiba mais →
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